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Homeopatia

Dentre as várias doenças que se se apresentam ao médico, existe uma grande parcela que desafia o conhecimento e a paciência do profissional, que compreende o grupo das chamadas doenças crônicas e recidivantes. Mesmo com o melhor tratamento existente, essas doenças ou persistem com seus sintomas permanentemente, ou são curadas e logo reaparecem com mais resistência ao tratamento empregado. Tanto no primeiro quanto no segundo caso, diversos tipos de medicamentos acabam sendo empregados: antibióticos, antiinflamatórios, corticóides, analgésicos, antidepressivos, entre outros. E, mesmo com todo o arsenal empregado, muitas vezes o êxito não é alcançado. E por quê?

Dentro da visão Alopática (a medicina dominante), toda doença deve ser combatida com agentes que destruam bacterias, vírus; ou que combatam os sintomas do paciente: os anti-"tudo". A raiz das doenças muitas vezes nem é tocada com esses tratamentos e só a "ponta do iceberg" é atingida. Deste modo, a doença volta sempre que o tratamento se encerra.

Na visão da Homeopatia, as doenças sempre começam imperceptíveis, de maneira muito sutil e profunda, de modo que ao darem seus sinais exteriores (ou sintomas), já estão profundamente arraigadas e maduras. Então, somente um tratamento com a mesma sutileza e profundidade da doença pode acessar seu cerne, seu núcleo e então trazer a cura definitiva. Os medicamentos homeopáticos têm esse efeito.

É claro que a Homeopatia tem seus limites; não é uma panaceia. De acordo com a gravidade da doença e o estado geral da vitalidade do doente, a Homeopatia pode não trazer a cura mas, de maneira geral, mesmo que não haja mais esperança da cura, a Homeopatia sempre poderá trazer um alívio importante para o sofrimento do enfermo, trazendo assim uma melhor qualidade de vida para o doente grave ou terminal.

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